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Café Abraço
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Café do Denilzete, café agroecológico com doçura suave e notas de caramelo - (250g)

Café do Denilzete, café agroecológico com doçura suave e notas de caramelo - (250g)

Marca: Café Abraço

 
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Um pouco sobre esse café:

O nosso café é produzido no coletivo, sempre junto entre irmãos. Esse café que começou a ser produzido para se tornar orgânico a gente deve a nossa mãe, nossa maior incentivadora. 

Denilzete, produtor deste café especial

 

Café de origem singular e especial - classificado acima de 80 pontos pela Associação Internacional de Cafés Especiais - SCA (Specialty Coffee Association).

Região: Poços de Caldas, sul de Minas.

Variedade: Mundo Novo, Catuaí e Catucaí. 

Processamento: Natural.

Safra: 20/21. 

Torra: Média. 

Altitude: 1.075 metros. 

Notas sensoriais: Café com doçura suave e notas de caramelo.

 

História do produtor

Conhecer a história do Denilzete é conhecer o que é a agricultura familiar. O Denilzete e seus quatro irmãos produzem cafés agroecológicos e orgânicos, na região de Poços de Caldas, no Sul de Minas Gerais. Trabalham juntos, passando de talhão por talhão e tem dado certo. 

Quando começaram a produzir cafés ainda utilizavam o manejo convencional, e tinham dificuldades de entrar num acordo sobre a forma como iriam seguir na produção dos cafés. O Denilzete defendia a produção sem uso de agrotóxicos e os outros irmãos queriam produzir de forma convencional. Depois de muita conversa escolheram caminhar rumo ao objetivo de transformar toda a produção em orgânica. 

No decorrer do manejo de transição ainda tiveram ainda algumas divergências e teve época que chegaram a desanimar, o Denilzete conta que os irmãos olharam para florada do café e diziam: “nossa quando era convencional dava mais porque a gente não volta como era antes”? Aí o Denilzete intervia e conversava um tempo com os irmãos para explicar o sentido do que estavam fazendo. “Tivemos nossas brigas e divergências mas deu certo.  Agora é todo mundo concordado e ninguém fala em voltar como era antes”, explica o Denilzete.

É uma produção essencialmente familiar. Moram todos juntos, na mesma região, em casas construídas no terreno do sítio onde produzem os cafés. Os pais já faleceram e os irmãos seguem o legado da agricultura. “Todo domingo tem reunião da família e quando um irmão falta no dia de trabalho porque tem que resolver alguma coisa na cidade a gente sente por ele não estar com a gente na lavoura”, conta o Denilzete.

E ele sente muita falta dos pais e sua mãe estimulou os filhos para se tornarem produtores de cafés orgânicos. Uma vez quando o Denilzete levava a mãe para fazer hemodiálise em Poços de Caldas ele a ouviu contar às enfermeiras a história dos filhos, de saírem de uma cafeicultura convencional para uma cafeicultura orgânica e saudável. Falava para as enfermeiras que logo, logo iria levar um café orgânico produzido pelos filhos para elas experimentarem. Neste dia o Denilzete ficou só assistindo a mãe contando a história para enfermeiras. “No fundo foi ela que deu a maior mão para gente se tornar orgânico. Foi nossa incentivadora. “Faz muita falta a minha mãe, uma senhora de idade, mas com a cabeça muito avançada pelo tempo dela. Quando eu contei para ela que a gente ia virar orgânico ela me deu muita força então hoje em dia muita coisa que a gente fez e conseguiu a gente deve a ela”, conta o Denilzete.

 

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